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  • ICMS-ST 2026 MT: Prepare o Caixa do Seu Supermercado em Cuiabá

    ICMS-ST 2026 MT: Prepare o Caixa do Seu Supermercado em Cuiabá

    Introdução — O Tsunami Silencioso no Caixa dos Supermercados

    Imagine a seguinte cena: seu supermercado em Cuiabá acaba de receber um grande lote de produtos — arroz, feijão, óleo, itens de limpeza. A mercadoria chega, é precificada, exposta nas gôndolas e vendida rapidamente. Mas, ao fechar o mês, o contador avisa: o ICMS-ST (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – Substituição Tributária) recolhido antecipadamente consumiu boa parte da margem de lucro e, pior, deixou o capital de giro estrangulado. Essa é a realidade que ronda o setor supermercadista de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul desde que o estado anunciou os novos critérios para o imposto, com vigência plena projetada para 2026.

    Nós, que atuamos diariamente com centenas de varejistas em cidades como Várzea Grande, Cáceres e Chapada dos Guimarães, sabemos que o ICMS-ST é um dos tributos mais sensíveis para a saúde financeira das empresas. A antecipação do imposto — que, na prática, transforma o supermercado em um “pagador de imposto antes da venda” — tende a se agravar com as revisões de pauta fiscal, alíquotas e mudanças na lista de produtos sujeitos à substituição tributária que o estado vem costurando. Para empresários que operam com ticket médio baixo e giro alto, cada centavo retido a mais no momento da compra das mercadorias faz diferença na capacidade de negociar com fornecedores ou até de honrar a folha de pagamento.

    Neste artigo, vamos detalhar como esse cenário se desenha para 2026, quais os reais impactos no caixa, e como supermercados de Cuiabá e região podem se preparar com estratégias de gestão tributária e tecnologia. A MaxData CBA, com seu ERP Max Manager, está na linha de frente dessa transformação, oferecendo suporte presencial e ferramentas que blindam o seu negócio — sem parar de vender durante a migração. Fique conosco: os próximos parágrafos podem salvar o capital de giro da sua empresa.

    O Cenário Atual em Mato Grosso

    Mato Grosso vive um momento paradoxal. De um lado, o agronegócio bate recordes de produção e exportação, irrigando a economia local. Do outro, o varejo alimentar — incluindo supermercados de bairro e redes regionais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger — enfrenta margens cada vez mais comprimidas. A inflação de alimentos e a alta da selic já corroem o poder de compra do consumidor; agora, o fisco estadual acena com uma modernização na sistemática do ICMS-ST que, embora vise combater a sonegação e simplificar a fiscalização, na prática transfere mais ônus financeiro ao contribuinte varejista.

    Segundo dados da Associação de Supermercados de Mato Grosso (ASMAT) [VERIFICAR], aproximadamente 70% do mix de produtos de uma loja típica de Cuiabá já está sob o regime de substituição tributária. Itens essenciais como laticínios, biscoitos, produtos de higiene e limpeza, bebidas e até mesmo alguns cortes de carne industrializada entram na lista. Para 2026, o governo estuda a revisão da base de cálculo desses produtos, utilizando pesquisas de preços mais recentes e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado — o que pode significar um aumento expressivo no valor do imposto recolhido antecipadamente.

    Em municípios mais distantes dos grandes centros de distribuição, como Cáceres ou Livramento, o efeito é ainda mais cruel. O custo logístico já é elevado e, com a ST majorada, o empresário precisa desembolsar ainda mais antes mesmo de a mercadoria sair do estoque. Em Campo Grande (MS), a realidade é similar: a Secretaria de Fazenda de Mato Grosso do Sul também sinaliza ajustes em 2026, o que preocupa redes que atuam nos dois estados. Afinal, muitos grupos varejistas possuem operações na fronteira seca, exigindo planejamento tributário duplo.

    ICMS-ST: O Vilão Oculto no Fluxo de Caixa do Supermercado

    A substituição tributária nasceu com a promessa de simplificar a cobrança do ICMS, concentrando o recolhimento na indústria ou no atacadista. No papel, isso reduziria a evasão e facilitaria a fiscalização. Na prática, para o supermercadista de Cuiabá, ela funciona como um empréstimo compulsório ao estado: o imposto é recolhido com base em um preço de venda estimado (pauta fiscal), que frequentemente supera o valor real praticado nas gôndolas. Se o produto for vendido abaixo da pauta — algo comum em promoções ou para liquidar estoques — o crédito do imposto não é totalmente recuperado, e o lojista arca com a diferença.

    O projeto em discussão no Mato Grosso prevê, entre outros pontos:

    • Atualização trimestral das pautas fiscais: Estados como MT querem reduzir a defasagem entre o preço presumido e o preço de mercado, mas essa atualização pode onerar ainda mais produtos com giro rápido, já que a base de cálculo tende a seguir os picos de inflação.
    • Ampliação da lista de itens sujeitos à ST: Produtos de mercearia doce, snacks, barras de cereal e até suplementos alimentares podem ser incluídos, impactando diretamente os supermercados de bairro em cidades como Chapada dos Guimarães e Santo Antônio do Leverger.
    • Unificação de alíquotas interestaduais: A reforma tributária em âmbito nacional (EC 132/2023) já acena com a convergência de alíquotas, mas enquanto o IBS e a CBS não entram plenamente em vigor, o ICMS-ST vive um limbo regulatório que gera insegurança jurídica.
    • Digitalização do Fisco: A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o SPED já permitem ao fisco cruzar dados em tempo real. Em 2026, a expectativa é que a malha fiscal fique ainda mais fina, autuando divergências de estoque com mais agilidade.

    “Em média, um supermercado de pequeno porte em Mato Grosso tem de 15% a 25% do seu capital de giro imobilizado pelo ICMS-ST, dinheiro que poderia estar financiando compras à vista ou negociando prazos melhores com fornecedores.” — [Fonte do setor, VERIFICAR]

    Como Isso Morde o Caixa: Impacto Prático no Dia a Dia

    Para o gerente de um supermercado em Várzea Grande, a rotina já é tensa: malabarismos com prazos de pagamento, negociação de aluguéis, energia elétrica e a concorrência dos atacarejos. Com a majoração do ICMS-ST prevista para 2026, o estresse financeiro promete aumentar. O problema central é o descasamento temporal: o lojista paga o imposto ao fornecedor no ato da compra (embutido na nota), mas recupera esse valor — quando recupera — apenas na apuração mensal, mediante encontro de contas. Se as vendas desaceleram, o crédito acumulado vira um “papel podre” que o governo dificilmente devolve em dinheiro.

    Outro ponto nevrálgico é a variação de preços. Com a inflação instável, o custo de reposição dos produtos sobe, mas a pauta fiscal pode ser atualizada com atraso — ou pior, superestimar o valor de venda. Um pacote de café que custa R$ 15 ao consumidor pode ter uma base de cálculo de ST de R$ 18, gerando um imposto maior do que o devido. Em Cáceres ou Livramento, onde o poder de compra é menor e promoções são comuns, essa distorção corrói margens já risíveis. O empresário se vê entre aceitar o prejuízo ou repassar ao cliente, arriscando perder competitividade.

    Estratégias Práticas para Empresas de Mato Grosso

    Não há como evitar a tributação, mas é possível blindar o fluxo de caixa com um planejamento inteligente. Abaixo, um roteiro de ações que os supermercadistas de Cuiabá e região podem adotar desde já:

    1. Revise a classificação fiscal de cada produto: Muitos itens pagam ST por enquadramento incorreto da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul). Um produto classificado erroneamente pode estar gerando imposto a maior. Faça um pente-fino com um consultor tributário e atualize o cadastro no ERP. O Max Manager já possui alertas automáticos de divergência fiscal.
    2. Negocie com fornecedores o desmembramento da ST na nota: Exija que o destaque do ICMS-ST seja discriminado. Isso facilita a conferência, evita pagamento de imposto sobre imposto e permite simular cenários. Em Mato Grosso do Sul, especialmente em Campo Grande, essa prática já é comum entre as redes mais profissionalizadas.
    3. Implante um fluxo de caixa projetivo com cenários tributários: Calcule o impacto de cada mudança na ST simulando diferentes pautas fiscais. Se a base de cálculo subir 10%, quanto seu capital de giro será comprimido? Ferramentas de BI nativas do ERP Max Manager permitem essa projeção em minutos, com dados reais de vendas e compras.
    4. Avalie o regime de apuração: Embora o ICMS-ST seja recolhido pelo substituto, o varejista pode ter créditos de outras operações. Um planejamento tributário que otimize o use de créditos acumulados pode aliviar o fluxo de caixa. Empresas com atuação interestadual (MT e MS) devem redobrar a atenção à guerra fiscal.

    Como o Max Manager Resolve Isso em Cuiabá

    O ERP Max Manager da MaxData CBA, com 24 anos de atuação e mais de 6.000 empresas atendidas em todo o Brasil, oferece a solução ideal para varejistas, distribuidoras e indústrias de Cuiabá e Mato Grosso. Diferentemente de sistemas genéricos ou “de prateleira”, o Max Manager foi desenhado para as particularidades da legislação estadual do Centro-Oeste. Ele já nasce com as regras de ICMS-ST do MT e do MS configuradas, incluindo atualizações automáticas de pauta fiscal, geração de arquivos como Sintegra e SPED, e conferência de NCM.

    Na prática, o gerente de um supermercado em Várzea Grande pode, ao dar entrada numa nota de compra, verificar instantaneamente se o ICMS-ST destacado está dentro dos parâmetros esperados. O sistema também cruza os dados de inventário com as vendas do MaxDigital (frente de caixa integrada), reduzindo as chances de autuação por diferença de estoque. E tudo isso com suporte presencial em Cuiabá — se algo travar numa segunda-feira de manhã, nosso técnico está a minutos de distância. A migração, um temor comum, ocorre sem parar de vender: mantemos a loja operando enquanto os dados são convertidos, garantindo 99,9% de uptime. Em Chapada dos Guimarães e Santo Antônio do Leverger, onde a conectividade pode ser desafiadora, o Max Manager trabalha com contingência offline, sincronizando automaticamente quando a internet retorna.

    Perguntas Frequentes

    O que é ICMS-ST e por que ele afeta tanto os supermercados?

    ICMS-ST é a modalidade de recolhimento antecipado do imposto, em que o fabricante ou distribuidor paga o tributo por toda a cadeia. Os supermercados arcam com esse valor na compra e só o compensam depois; isso suga capital de giro. No MT, praticamente todos os itens de mercearia e limpeza entram na ST, tornando-a o principal desafio financeiro do setor.

    Quando as novas regras do ICMS-ST em Mato Grosso entram em vigor?

    As discussões estão em andamento, mas a expectativa do governo estadual é que os ajustes na base de cálculo e a ampliação da lista de produtos sujeitos à ST passem a valer até janeiro de 2026. Decretos e portarias devem ser publicados ao longo de 2025, por isso é crucial monitorar o Diário Oficial do Estado e ter uma ferramenta de ERP que se atualize automaticamente.

    Como posso recuperar créditos pagos a mais de ICMS-ST?

    A recuperação é possível via compensação com débitos futuros ou, em casos específicos, por restituição administrativa. É preciso ter um controle preciso dos valores destacados nas notas e das vendas efetivamente realizadas. O Max Manager possui um módulo de “Análise de ST” que confronta compras e vendas, gerando relatórios prontos para embasar pedidos de restituição junto à SEFAZ-MT.

    Supermercados de cidades menores como Livramento também precisam de um ERP robusto?

    Sim, e talvez ainda mais. Em municípios com menor volume de vendas, cada real do capital de giro conta. Um ERP como o Max Manager automatiza o compliance fiscal e evita multas que representam um risco desproporcional ao faturamento. Além disso, com suporte presencial na região (base em Cuiabá), o atendimento é rápido mesmo para lojas no interior de Mato Grosso.

    Conclusão

    O ICMS-ST em Mato Grosso deixou de ser apenas um assunto para contadores: é uma questão de sobrevivência empresarial. Em 2026, as novas regras vão exigir dos supermercados de Cuiabá, Várzea Grande e todo o estado um controle ainda mais cirúrgico do fluxo de caixa e da acuracidade fiscal. Ignorar essa preparação é arriscar ficar sem dinheiro para pagar fornecedores ou perder oportunidades de crescimento. Felizmente, a tecnologia certa — aliada a um parceiro local de confiança — pode transformar o problema em vantagem competitiva. Não espere o fisco bater à porta: estruture desde já sua operação com processos e ferramentas que antecipam as mudanças e protegem cada centavo do seu capital de giro.

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  • ICMS-ST 2026 em MT: Como Blindar o Caixa do Supermercado em Cuiabá

    ICMS-ST 2026 em MT: Como Blindar o Caixa do Supermercado em Cuiabá

    Introdução — O Relógio Fiscal Não Para: Prepare-se para o ICMS-ST 2026

    Quem atua no varejo alimentar de Cuiabá e das principais cidades de Mato Grosso já sentiu no estoque e no capital de giro o peso da substituição tributária (ICMS-ST). Agora, com as projeções de ajustes na legislação para 2026, o cenário exige ainda mais atenção. A pergunta que tira o sono de gerentes e empresários é direta: como absorver a antecipação do imposto sem estrangular o caixa que paga fornecedores e colaboradores? Neste artigo, vamos além da teoria. Traremos a realidade dos supermercados de Cuiabá e estratégias para navegar as mudanças sem perder competitividade.

    O Mato Grosso vive um momento econômico peculiar: o agronegócio aquece a renda do estado, mas a inflação e a carga tributária pressionam as margens do setor supermercadista. Na região metropolitana, que engloba Cuiabá e Várzea Grande, o fluxo intenso de consumidores exige preços finais atraentes, enquanto os custos operacionais disparam. Ignorar o planejamento do ICMS-ST para 2026 é arriscar o próximo exercício fiscal com multas, autuações e, pior, descasamento de caixa.

    Felizmente, a tecnologia desponta como aliada. Empresas que investem em um ERP robusto e adaptado à realidade fiscal de Mato Grosso conseguem transformar o complexo cálculo do ICMS-ST em uma vantagem estratégica. Neste conteúdo, você encontrará o diagnóstico do problema, as projeções para 2026 e o caminho prático para manter seu supermercado com o caixa blindado e a operação fluida.

    O Cenário Atual em Mato Grosso

    O Mato Grosso do Sul (MS) e Mato Grosso (MT) frequentemente compartilham discussões sobre barreiras fiscais e protocolos de substituição tributária. Em Cuiabá, polo distribuidor que atende dezenas de municípios, o comércio varejista sente de forma amplificada cada atualização nas listas de produtos sujeitos ao regime de ST. Atualmente, itens como bebidas, materiais de limpeza, laticínios e carnes processadas já possuem o imposto retido na origem, mas a cada novo decreto a lista é ampliada, abraçando categorias que antes operavam no regime normal de débito e crédito.

    As recentes operações da PRF que interceptaram armamento com suposto destino ao Rio de Janeiro, conforme noticiado pelos portais do G1 em MS, mostram como as rodovias de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são vitais para o escoamento de produtos — inclusive aqueles que impactam diretamente a fiscalização da arrecadação estadual. Para o supermercadista, isso significa que as barreiras fiscais estão cada vez mais atentas, e o trânsito de mercadorias desacobertadas ou com cálculos incorretos de ST pode resultar em pesadas apreensões.

    A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (SEFAZ-MT) tem investido em cruzamento eletrônico de dados da NF-e e NFC-e, tornando quase impossível a sobrevivência de qualquer planejamento fiscal improvisado. Supermercados de bairro, atacarejos de Campo Grande (MS) e redes de médio porte em Cuiabá precisam, mais do que nunca, de sistemas que emitam os documentos fiscais com exatidão milimétrica e atualização em tempo real das pautas de preço e MVA ajustada.

    O Que Muda no ICMS-ST em 2026 e Por Que o Caixa Será Tão Impactado

    A principal alteração prevista para o biênio 2025-2026 não está em uma única lei, mas no aperfeiçoamento dos cálculos de MVA (Margem de Valor Agregado) e na inclusão de novos segmentos no regime de antecipação total. A SEFAZ-MT sinaliza que a base de cálculo do ICMS-ST tende a se aproximar ainda mais do preço final praticado ao consumidor, reduzindo a margem que os varejistas tinham para compensar distorções. Na prática, significa que o imposto recolhido antecipadamente será maior, exigindo que o supermercado desembolse mais capital antes mesmo de vender o produto.

    Para o caixa da empresa, o efeito é imediato:

    • Capital de giro comprimido: O supermercado paga o ICMS-ST na entrada da mercadoria, mas pode levar de 20 a 60 dias para vender todo o lote. Esse descasamento de prazos obriga a busca por capital externo ou a redução de estoques.
    • Flutuação da MVA e da pauta fiscal: A SEFAZ atualiza constantemente os percentuais. Um cálculo desatualizado no sistema pode gerar recolhimento a menor (com multa) ou a maior (prejudicando a margem).
    • Risco de glosas e autuações: Um único item com código CEST divergente pode gerar um auto de infração capaz de consumir o lucro de semanas. A exigência de conformidade total será ampliada.
    • Complexidade nas transferências interestaduais: Com a recente definição do STF sobre a não incidência de ICMS em transferências entre estabelecimentos do mesmo contribuinte, muitas redes precisam recalibrar seus estoques e a formação de preços entre filiais de MT e MS.

    “Em Cuiabá, supermercados de bairro chegam a comprometer 30% do capital de giro apenas com a antecipação de ICMS-ST. Qualquer erro de cálculo significa dinheiro perdido ou multa certa.” — Diagnóstico MaxData CBA com varejistas locais [VERIFICAR]

    Impacto Prático no Dia a Dia do Supermercado Cuiabano

    Se o empresário de Cuiabá não ajustar seus processos internos, o ICMS-ST 2026 pode tornar itens de alta rotatividade em verdadeiros “inimigos do caixa”. Imagine a situação: um lote de óleo de soja, produto com margem reduzida, recebe um reajuste de MVA de 5%. O valor pago na entrada sobe, mas o consumidor final não aceita repasse integral. O supermercado absorve a diferença e vê seu lucro bruto evaporar. Isso se repete em dezenas de produtos e o resultado no balanço é desastroso.

    Outro ponto crítico é a operação de frente de caixa. O consumidor exige agilidade e o cupom fiscal precisa sair correto, com a tributação adequada, especialmente quando há incidência de ICMS-ST com redução de base de cálculo para determinados produtos da cesta básica. Um sistema lento ou com base de dados desatualizada trava o PDV (ponto de venda), gera filas e mancha a reputação da loja. Em cidades como Várzea Grande, onde muitos supermercados atendem a população que faz compras de reposição rápida, a eficiência do checkout é fator decisivo de fidelização.

    Estratégias Práticas para Empresas de Mato Grosso

    Para atravessar 2026 com o caixa equilibrado, os supermercadistas devem adotar uma postura proativa. Listamos as principais frentes de ação:

    1. Antecipe-se às pautas da SEFAZ: Não espere a fiscalização bater. Mantenha um calendário de atualizações tributárias e assine os comunicados oficiais. Ter um parceiro tecnológico que já entrega as alterações de CEST e MVA no sistema elimina o erro manual.
    2. Recalcule o estoque de segurança com base no ICMS-ST: Produtos com maior carga de substituição tributária devem ter giro ainda mais acelerado. Negocie prazos menores com fornecedores e reduza o estoque parado. Use relatórios gerenciais para identificar itens com alto custo de antecipação.
    3. Segregue o fluxo de caixa por centro de custo tributário: Trate o ICMS-ST como uma conta à parte dentro das obrigações. Ao saber exatamente quanto do seu dinheiro está imobilizado nesse imposto, fica mais fácil projetar as necessidades mensais de capital e evitar surpresas.
    4. Invista em BI e análise preditiva para compras: Um bom ERP com módulo de Business Intelligence cruza o histórico de vendas, a sazonalidade do consumo em Cuiabá e a carga tributária prevista. Assim, você compra a quantidade certa, no momento certo, minimizando o valor absoluto de ICMS-ST desembolsado a cada pedido.

    Como o Max Manager Resolve Isso em Cuiabá

    O ERP Max Manager da MaxData CBA, com 24 anos de atuação e mais de 6.000 empresas atendidas em todo o Brasil, oferece a solução ideal para varejistas, distribuidoras e indústrias de Cuiabá e Mato Grosso. Nosso sistema foi desenvolvido para encarar a complexidade tributária brasileira de frente, especialmente o ICMS-ST que tanto aflige os supermercados. Com atualização fiscal automática, o Max Manager ajusta diariamente as pautas da SEFAZ-MT, garantindo que cada nota fiscal, seja de entrada ou de saída, seja emitida com os valores corretos — sem surpresas no caixa ou no contador.

    Ao contrário de ERPs genéricos que obrigam o empresário a realizar cálculos paralelos em planilhas, o Max Manager integra o motor fiscal ao controle de estoque, financeiro e compras. Na prática, ao registrar um pedido de compra, o sistema já projeta o valor exato do ICMS-ST que será desembolsado na liquidação, permitindo que o gestor simule cenários antes mesmo de finalizar a negociação com o fornecedor. Para redes com filiais em Campo Grande (MS) e lojas em Cuiabá, o Max Manager trata as particularidades de cada estado e calcula corretamente o diferencial de alíquotas e a partilha do ICMS interestadual, mantendo a conformidade e otimizando o crédito tributário.

    Outro diferencial decisivo é o suporte presencial em Cuiabá. Nossos consultores estão fisicamente na região para realizar diagnósticos, treinamentos e, principalmente, a migração sem parar de vender. Sabemos que um supermercado não pode fechar as portas para trocar de sistema; por isso, preparamos cada etapa da transição para ocorrer enquanto as vendas seguem normalmente, com 99,9% de uptime. O MaxDigital, nossa plataforma integrada, traz PIX nativo, acelerando o checkout e reduzindo custos com taxas de cartão — mais dinheiro no caixa para cobrir a antecipação do ICMS-ST. Adicione a isso o BI nativo que transforma dados fiscais em decisões sobre quais produtos valem a pena manter no mix considerando a carga tributária real, e você terá um sistema que se paga rapidamente.

    Perguntas Frequentes

    Quais produtos de supermercado estão sujeitos ao ICMS-ST em Mato Grosso?

    Em MT, a lista é extensa e inclui bebidas, cosméticos, produtos de limpeza, laticínios, biscoitos, óleos comestíveis, carnes e embutidos, entre outros. A SEFAZ-MT publica atualizações periódicas; por isso, é vital contar com um ERP que carregue automaticamente o CEST e as MVAs vigentes para cada item do seu mix.

    Como o ICMS-ST afeta o preço final ao consumidor em Cuiabá?

    Como o imposto já chega embutido no custo da mercadoria, o supermercado precisa incluir esse valor na sua política de preços. Se a MVA for elevada, o preço sobe, reduzindo a competitividade. Uma gestão tributária eficiente permite identificar produtos com carga excessiva e negociar condições especiais com fornecedores ou substituí-los por similares com melhor relação custo-benefício fiscal.

    É possível recuperar ICMS-ST pago a maior em Mato Grosso?

    Sim, mas o processo exige documentação minuciosa e cálculos precisos. Isso inclui casos em que o fato gerador presumido não se concretiza (venda por valor menor que a base de cálculo presumida) ou quando há saída interestadual do produto. O Max Manager possui rotinas de apuração de ressarcimento que automatizam essa recuperação, alimentando o caixa da empresa.

    O Max Manager atende supermercados de pequeno porte em Várzea Grande?

    Sim. Temos planos e funcionalidades modulares que se encaixam desde o minimercado de bairro até grandes redes. Nosso suporte presencial em Cuiabá atende toda a baixada cuiabana, incluindo Várzea Grande, com a mesma qualidade e agilidade, garantindo que a emissão de NFC-e e a gestão do ICMS-ST estejam sempre em conformidade.

    Conclusão

    O ICMS-ST 2026 não será um obstáculo para quem estiver preparado — será um indicador de eficiência. Os supermercados de Cuiabá e de todo Mato Grosso que dominarem a arte de calcular, planejar e antecipar o impacto desse imposto sairão na frente, com margens preservadas e clientes satisfeitos. A chave está em abandonar processos manuais e abraçar uma tecnologia que pense por você, do balcão de frios ao fechamento do balanço. Com 24 anos de experiência e especialistas locais, o Max Manager está pronto para blindar o caixa da sua empresa nesse novo ciclo fiscal. Não espere o auto de infração chegar: a hora de agir é agora.

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