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  • ICMS-ST MT 2026: Como Supermercados de Cuiabá Podem Blindar o Caixa

    ICMS-ST MT 2026: Como Supermercados de Cuiabá Podem Blindar o Caixa

    Introdução — O aperto no caixa que ninguém viu chegar

    Enquanto as manchetes de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estampam fugas cinematográficas e apreensões recordes de armamento, uma ameaça silenciosa avança sobre o varejo da região. Não se trata de crime, mas de um risco financeiro real: as novas regras do ICMS-ST previstas para 2026. Para donos de supermercados em Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e até em Campo Grande (MS), a conta pode chegar muito mais rápido do que a fuga de um shopping — e o prejuízo, sem um controle preciso, se acumula no caixa como o estoque parado na prateleira.

    A substituição tributária (ST) obriga o recolhimento antecipado do imposto, com base em uma margem presumida que nem sempre reflete a realidade do seu negócio. Quando o Fisco recalcula as pautas ou altera as MVA’s (Margens de Valor Agregado), o supermercadista de bairro e a grande rede sentem igualmente o impacto: capital de giro imobilizado, margens esmagadas e uma gestão de preços que vira um jogo de azar. Em cidades como Santo Antônio do Leverger e Chapada dos Guimarães, onde o abastecimento depende de poucos fornecedores com ST retido, qualquer alteração legislativa reverbera nas gôndolas e no bolso do consumidor.

    Mas há uma forma de virar esse jogo. Com a tecnologia certa, é possível calcular o imposto corretamente, identificar créditos de restituição e simular cenários antes de fechar a compra — tudo sem parar de faturar. Neste artigo, vamos destrinchar o cenário do ICMS-ST em Mato Grosso, mostrar como o caixa dos supermercados de Cuiabá pode ser protegido e revelar a ferramenta que já entrega essa blindagem para mais de 6.000 empresas no Brasil.

    O Cenário Atual em Mato Grosso

    Mato Grosso mantém um dos regimes de substituição tributária mais abrangentes do Centro-Oeste. Itens essenciais da cesta básica, bebidas, produtos de limpeza e até materiais de construção estão sujeitos à ST. Em Cuiabá, o Comércio Varejista de Alimentos responde por mais de 12% dos empregos formais [VERIFICAR], e a capital lidera o ranking de aberturas de mercados de bairro na região metropolitana. Com o avanço do e-commerce e das vendas interestaduais — inclusive de centros de distribuição sediados em Campo Grande —, a correta apuração do ICMS-ST deixou de ser questão apenas contábil: virou estratégia de sobrevivência.

    Em Várzea Grande, a proximidade com a divisa e o intenso trânsito de mercadorias entre os estados do MS e MT elevam a complexidade fiscal. Recentemente, a PRF interceptou um carregamento milionário de armas que, segundo as investigações, seria levado para o Rio de Janeiro. O fato ilustra o volume de cargas que cruzam nossas fronteiras — e com mercadorias tributadas não é diferente. Cada nota fiscal de entrada carrega um conjunto de regras de ST que, se calculadas manualmente, abrem brechas para pagamento a maior ou a menor, provocando autuações que consomem o lucro de meses.

    Para supermercados situados em cidades como Livramento, Cáceres e Santo Antônio do Leverger, o isolamento geográfico dificulta o acesso a consultorias fiscais ágeis. Por isso, a atualização automática das pautas fiscais dentro do sistema de gestão deixa de ser um luxo e se torna condição mínima para operar. Quem não padronizar a entrada das mercadorias com a validação do CFOP e do CEST correto para cada item vai sentir no fluxo de caixa o peso de um imposto que não consegue repassar ao preço final.

    O Que Muda no ICMS-ST em 2026 e Por Que Isso Preocupa

    A principal mudança prevista para 2026 em Mato Grosso é a revisão geral das Margens de Valor Agregado (MVA) e a adoção de novas listas de produtos sujeitos à ST, alinhadas com os convênios do CONFAZ e o movimento de simplificação tributária nacional. Na prática, o estado pretende recalcular o percentual de lucro presumido que incide sobre o valor de compra, ajustando-o à realidade do varejo pós-pandemia. Contudo, quando a MVA sobe, o imposto retido antecipadamente também cresce — e se o seu preço de venda não acompanha essa alta, a margem real derrete.

    • Ponto 1: Nova tabela de CEST para itens regionais — Produtos típicos de Mato Grosso, como castanha-do-Brasil, farinha de mandioca e pescado de água doce, podem ter seu CEST reclassificado, gerando obrigatoriedade de ST onde antes não havia. É crucial revisar a classificação fiscal de cada SKU.
    • Ponto 2: MVA ajustada por canal de venda — Algumas unidades da federação já aplicam MVA diferente para vendas internas e interestaduais. Em MT, estuda-se um percentual maior para operações que entram no estado via e-commerce ou centros de distribuição localizados em MS. Supermercados que compram de atacadistas em Campo Grande e Livramento precisarão recalcular seus custos de aquisição.
    • Ponto 3: Restituição do ICMS-ST mais burocrática — O direito ao ressarcimento quando a base de cálculo presumida é maior que a venda efetiva continua na lei, mas o Fisco promete cruzar mais dados eletronicamente. Quem não tiver um ERP que grave o histórico exato de cada cupom fiscal perderá créditos legítimos.
    • Ponto 4: Antecipação do diferencial de alíquotas na entrada — Para mercadorias sem ST, mas vindas de outros estados, o pagamento do diferencial de alíquota (DIFAL) passa a ser exigido em prazo ainda menor. Sem um controle de contas a pagar que antecipe esses desembolsos, o gestor é pego de surpresa no fechamento do mês.

    Um estudo da Associação Brasileira de Supermercados aponta que 43% dos pequenos supermercadistas não conseguem recuperar mais de 10% do ICMS-ST pago a maior, principalmente por falta de registro eletrônico dos itens vendidos. Em Cuiabá, essa realidade afeta diretamente os mercados de bairro, que operam com ticket médio mais baixo.

    Impacto no Caixa dos Supermercados de Cuiabá

    Quando falamos de caixa, o ICMS-ST age como uma faceta silenciosa de descapitalização. O imposto é pago na entrada da mercadoria, muitas vezes antes mesmo de o produto ser vendido ao consumidor. Se a MVA sobe, o supermercado desembolsa mais na compra, mas não necessariamente consegue aumentar o preço na gôndola na mesma proporção — seja por causa da concorrência, seja pela sensibilidade do cliente. O resultado é um ciclo vicioso: menos dinheiro disponível para negociar prazos com fornecedores, pagar funcionários ou investir em melhorias na loja.

    Em Cuiabá, onde a sazonalidade do consumo é influenciada pelo turismo de Chapada dos Guimarães e pelos ciclos agrícolas do agronegócio, a previsibilidade de caixa já é um desafio natural. Some a isso um erro no cálculo da ST e o cenário fica crítico. Imagine um lote de bebidas comprado para o estoque de fim de ano: se o ERP não aplicar a MVA correta para aquele NCM, o gerente paga imposto a maior, entrega a mercadoria e, ao bater a venda real, descobre que não havia margem para aquele erro — o prejuízo já está consumado. Para redes com filiais em Várzea Grande e Cáceres, o efeito multiplica-se, pois cada município pode ter regras complementares de fiscalização.

    Estratégias Práticas para Empresas de Mato Grosso

    Felizmente, existem passos concretos que qualquer supermercado pode adotar, independentemente do porte, para se preparar para o ICMS-ST 2026. A chave está em unir conhecimento fiscal a processos automatizados.

    1. Realize um pente-fino no cadastro de mercadorias: Comece inventariando o NCM, CEST e código de barras de todos os itens. Verifique se há divergências entre o que está na nota fiscal de compra e o que seu sistema registra. Em Livramento e Santo Antônio do Leverger, muitos mercados ainda usam planilhas; migrar para um ERP que valide esses campos na entrada evita a “bola de neve” de dados incorretos.
    2. Automatize o cálculo da MVA e do DIFAL: Seu sistema deve buscar automaticamente a Tabela de Índices da SEFAZ-MT e aplicar o percentual correto na emissão do pedido. Assim, você simula o custo real antes de confirmar a compra e decide se aceita ou não aquela condição comercial. O Max Manager, por exemplo, já possui rotinas nativas que atualizam as pautas fiscais sem intervenção manual.
    3. Integre o PDV ao fiscal: Nenhuma estratégia funciona se o cupom fiscal do checkout não “conversar” com o módulo contábil. A nota fiscal eletrônica (NFC-e) deve registrar cada venda com os mesmos códigos usados na apuração da ST. Em Várzea Grande, onde a fiscalização eletrônica é intensa, essa integração impede que diferenças mínimas gerem notificações fiscais.
    4. Monitore o contas a pagar por fornecedor e CST: Separe as obrigações de ICMS-ST em um centro de custo dedicado dentro do seu financeiro. Assim, você visualiza quanto do seu capital de giro está comprometido com o imposto antecipado e pode projetar o fluxo de caixa com 60 ou 90 dias de antecedência. Relatórios de BI nativo, como os do Max Manager, permitem que o proprietário — mesmo em trânsito entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães — tome decisões baseadas em dados reais.

    Como o Max Manager Resolve Isso em Cuiabá

    O ERP Max Manager da MaxData CBA, com 24 anos de atuação e mais de 6.000 empresas atendidas em todo o Brasil, oferece a solução ideal para varejistas, distribuidoras e indústrias de Cuiabá e Mato Grosso. Diferentemente de sistemas genéricos, o Max Manager foi desenvolvido para a realidade fiscal brasileira: ele centraliza a escrituração fiscal digital, automatiza a retenção do ICMS-ST na entrada e na saída, e ainda calcula o complemento do imposto quando o valor efetivo da venda supera a base presumida — tudo isso enquanto sua loja opera normalmente.

    O grande diferencial está no suporte presencial em Cuiabá. Enquanto outras empresas de software oferecem apenas atendimento remoto, a [MaxData CBA](/) possui consultores especializados que conhecem as ruas, os bairros e as particularidades dos supermercados locais. Eles acompanham a migração de dados sem parar de vender — um marco crítico para quem não pode fechar os caixas nem por uma hora. Com 99,9% de uptime, o Max Manager garante que as consultas de preço, os pedidos eletrônicos e a emissão de NFC-e continuem fluindo mesmo durante a virada de ano ou no pico de movimento de feriados em Chapada.

    Além disso, o sistema conta com BI nativo que cruza informações de estoque, tributação e vendas em tempo real. O módulo MaxDigital já traz PIX integrado ao PDV, reduzindo custos financeiros e agilizando o checkout — uma vantagem competitiva crucial para supermercados de Várzea Grande e Cáceres que disputam clientes no digital. Se a sua preocupação é o ICMS-ST 2026, o Max Manager transforma um problema fiscal em um dado gerencial que você controla na palma da mão.

    Perguntas Frequentes

    O que é exatamente o ICMS-ST e quando se aplica?

    É o regime em que o governo elege um fabricante ou importador como responsável por recolher o ICMS de toda a cadeia, antecipando o imposto que seria pago nas etapas seguintes. Aplica-se principalmente a produtos com poucas variações de preço, como alimentos industrializados, bebidas e materiais de limpeza. No Mato Grosso, a lista é definida por decreto estadual e atualizada periodicamente.

    Como o Max Manager me ajuda a não pagar ST a maior em 2026?

    O sistema armazena as tabelas de MVA e CEST de todos os estados, inclusive as alterações previstas para MT e MS. Ao receber uma nota de compra, ele calcula automaticamente o imposto devido e compara com o valor retido pelo fornecedor. Se houver divergência, emite um alerta e permite gerar um complemento ou solicitar a restituição. Essa validação ocorre antes mesmo da entrada física da mercadoria, protegendo seu caixa.

    Meu supermercado tem lojas em Cuiabá e em Livramento; o ERP unifica os dados?

    Sim. O Max Manager permite cadastrar múltiplas filiais e consolidar relatórios por CNPJ ou por unidade. Você pode analisar o impacto da ST separadamente para cada cidade e decidir se é mais vantajoso centralizar as compras em um centro de distribuição ou manter fornecedores locais, sempre com a segurança de que o cálculo fiscal respeita a legislação de cada município.

    Quanto tempo leva para migrar de outro sistema sem interromper as vendas?

    Em projetos típicos de supermercados de médio porte em Cuiabá, a migração estruturada leva de 7 a 15 dias, período em que o sistema antigo e o novo operam em paralelo. Nossa equipe presencial coordena a importação do cadastro de produtos, clientes e fornecedores, realiza treinamento com os operadores de caixa e só então faz a virada oficial — geralmente em um domingo à noite. Na segunda-feira, sua loja abre faturando com o Max Manager.

    Conclusão

    O ICMS-ST 2026 não é uma ameaça distante para os supermercados de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e demais cidades de Mato Grosso — é uma realidade que já está sendo desenhada nas mesas do CONFAZ e da SEFAZ-MT. Adiar a preparação só multiplica o risco de desencaixe no fluxo de caixa. Ao mesmo tempo, a tecnologia atual oferece caminhos para transformar essa obrigação fiscal em um diferencial competitivo: quem controla a ST com precisão compra melhor, precifica com inteligência e vende com margem saudável. Seja em Santo Antônio do Leverger ou em Campo Grande, o segredo está na antecipação e na escolha de um ERP que entenda profundamente o varejo regional.

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  • Saque PIX no PDV: Aumente a Receita do Seu Supermercado em Cuiabá

    Saque PIX no PDV: Aumente a Receita do Seu Supermercado em Cuiabá

    Introdução — A Revolução Silenciosa no Caixa do Supermercado Cuiabano

    Você já imaginou transformar o seu ponto de venda em um “minibanco” sem os custos e a burocracia de uma agência bancária? Para os gestores de supermercados em Cuiabá, Várzea Grande e região, essa ideia já é realidade. A chegada do saque PIX no PDV está mudando a dinâmica de fluxo de clientes e abrindo uma nova e lucrativa linha de receita — exatamente no momento em que as margens do varejo alimentício estão cada vez mais pressionadas. Trata-se de uma oportunidade que combina inclusão financeira, fidelização de clientes e rentabilidade extra, tudo isso integrado ao sistema de gestão que sua empresa já utiliza (ou deveria utilizar).

    No coração da América do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul vivem um momento de expansão econômica. Cidades como Cuiabá, Campo Grande, Cáceres e Livramento viram o consumo crescer junto com o agronegócio. Nesse cenário, o PIX se consolidou como o meio de pagamento preferido dos brasileiros — e o supermercadista que entender o potencial do “PIX Troco” ou do “PIX Saque” sairá na frente. Mas é preciso fazer isso com segurança, lastreado em uma solução tecnológica robusta e, principalmente, com suporte presencial que entenda a legislação tributária local.

    Para os empresários de Santo Antônio do Leverger, Chapada dos Guimarães e toda a baixada cuiabana, a pergunta é: sua empresa está preparada para embarcar nessa onda sem parar de vender? A resposta passa por um ERP com PIX integrado, que faça a conciliação automática e mantenha a operação enxuta. Neste artigo, você entenderá o cenário, os riscos, as melhores práticas e como a tecnologia local da [MaxData CBA](/) pode transformar o seu caixa em um centro de lucro.

    O Cenário Atual em Mato Grosso

    Mato Grosso não é apenas o celeiro do agronegócio brasileiro — é também um dos estados com maior capilaridade de meios eletrônicos de pagamento. Em Cuiabá, o comércio varejista movimenta bilhões por ano, e os supermercados respondem por uma fatia significativa desse bolo. Dados do setor [VERIFICAR: estatísticas do Banco Central sobre volume de PIX no Centro-Oeste] mostram que a região registrou um crescimento superior a 300% no uso do PIX nos últimos dois anos. Esse comportamento do consumidor local criou um terreno fértil para serviços financeiros embarcados no PDV.

    Na capital mato-grossense e em municípios vizinhos como Várzea Grande e Cáceres, a demanda por dinheiro em espécie ainda persiste — especialmente entre trabalhadores informais, prestadores de serviço e aposentados que preferem cédulas para pequenas despesas. No entanto, a escassez de caixas eletrônicos em bairros mais afastados e a violência urbana tornam o saque tradicional um transtorno. O supermercado, presente em praticamente todos os bairros, passa a ser o agente financeiro natural da comunidade.

    Já em Campo Grande (MS) e cidades da fronteira como Livramento, a realidade não é diferente. A pulverização do varejo regional e a confiança que o consumidor deposita no mercadinho do bairro criam a tempestade perfeita: um cliente fiel, um serviço de conveniência (saque) e uma operação que se paga — e ainda gera lucro — por meio de uma pequena taxa ou pelo aumento do ticket médio. Entender essa dinâmica é o primeiro passo para o supermercadista local sair do piloto automático e assumir o protagonismo financeiro no seu entorno.

    O Que é o Saque PIX no PDV e Por Que Ele Dá Lucro?

    O saque PIX no PDV é uma funcionalidade que permite ao cliente final realizar um PIX para a conta da loja e, em troca, receber o valor correspondente em dinheiro físico do caixa do supermercado. Funciona de maneira similar ao “PIX Troco” — a diferença é que, no saque puro, o cliente não precisa fazer uma compra obrigatoriamente. Na prática, o estabelecimento funciona como um correspondente bancário simplificado, oferecendo conveniência ao consumidor e, ao mesmo tempo, recebendo uma tarifa por transação ou aumentando o fluxo de potenciais compradores dentro da loja.

    Para o supermercado, as vantagens vão muito além da simples comissão sobre o saque:

    • Fluxo de caixa reforçado: O dinheiro que entra via PIX fica disponível imediatamente na conta do estabelecimento, enquanto a saída de cédulas reduz o excedente em espécie, diminuindo riscos de roubo e custos de transporte de valores.
    • Atração de tráfego qualificado: O cliente que entra para sacar dinheiro é exposto a ofertas, produtos de primeira necessidade e promoções, aumentando as chances de compras incrementais.
    • Fidelização por conveniência: Em bairros de Cuiabá como Tijucal, CPA e Morada do Ouro, onde agências bancárias são escassas, o supermercado que oferece saque se torna referência imediata na vizinhança.
    • Receita acessória direta: É possível cobrar uma taxa fixa por saque (dentro dos limites legais e contratuais da credenciadora), gerando um faturamento extra sem precisar aumentar as vendas.

    “Segundo levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) [VERIFICAR], o PIX já representa mais de 35% do faturamento no varejo alimentar. Desses, quase 8% já são transações de PIX Troco ou Saque — um número que dobra a cada semestre.”

    Impacto Tributário e Operacional no Varejo de MT/MS

    Oferecer o saque PIX no PDV não se resume a liberar dinheiro do caixa. Existem implicações fiscais e operacionais que, se não forem bem geridas, podem gerar passivos trabalhistas, autuações da SEFAZ-MT e inconsistências contábeis. Em Mato Grosso, o fisco estadual cruza informações de meios de pagamento eletrônicos com as notas fiscais emitidas; uma movimentação financeira atípica sem lastro documental pode disparar malhas finas e colocar sua empresa em risco.

    Do ponto de vista operacional, os desafios são igualmente complexos. O PDV precisa segregar corretamente a transação de saque de uma venda normal, evitando que o valor transite indevidamente pelo faturamento bruto — o que distorceria o cálculo do ICMS e do Simples Nacional. Além disso, o fluxo de caixa deve refletir com precisão a entrada do PIX e a saída do numerário, conciliando automaticamente com o extrato bancário. Sem um ERP inteligente por trás, a equipe de frente de caixa perde horas em fechamento conferindo valores manualmente, e o gestor dorme com o fantasma da margem errada.

    Estratégias Práticas para Empresas de Mato Grosso

    Se você administra um supermercado em Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães ou Santo Antônio do Leverger, estas são as ações essenciais para implementar o saque PIX com segurança e rentabilidade:

    1. Integre o PIX ao seu sistema de gestão (ERP): Não dependa de maquininhas avulsas. O caminho correto é que o pedido de saque seja registrado diretamente no PDV, gerando um comprovante vinculado ao CNPJ da loja e já deduzido do caixa local.
    2. Defina limites e procedimentos claros: Estabeleça um valor máximo por saque (ex.: R$ 200 por CPF) e treine os operadores de caixa para seguir um fluxo padronizado, evitando que a operação se confunda com o troco de compras.
    3. Automatize a conciliação bancária: O ERP deve importar o extrato eletrônico e confrontar cada PIX recebido com o respectivo lançamento de saque, fechando automaticamente a contabilidade do dia. Isso elimina diferenças no balanço e reduz fraudes.
    4. Consulte um contador especializado em varejo: A legislação do ICMS em Mato Grosso exige que receitas não operacionais sejam tratadas em contas contábeis separadas. Um bom profissional, alinhado ao seu ERP, garante que cada centavo de taxa de saque seja tributado corretamente — sem mordidas indevidas do fisco.

    Como o Max Manager Resolve Isso em Cuiabá

    O ERP Max Manager da MaxData CBA, com 24 anos de atuação e mais de 6.000 empresas atendidas em todo o Brasil, oferece a solução ideal para varejistas, distribuidoras e indústrias de Cuiabá e Mato Grosso. Diferentemente de sistemas genéricos hospedados em nuvem, nosso software é construído com a realidade fiscal do estado e o DNA do comércio local — da baixada cuiabana até Campo Grande.

    O módulo de PDV do Max Manager já incorpora o PIX integrado: o operador de caixa seleciona a opção “Saque PIX”, o cliente realiza a transferência, e o sistema automaticamente debita o valor do fundo de caixa, emitindo um comprovante não fiscal e mantendo a rastreabilidade completa da transação. Tudo isso é refletido em tempo real no BI nativo, que aponta o ticket médio por cliente que utilizou o saque, a receita gerada com tarifas e a evolução do tráfego na loja.

    Além disso, nossa tecnologia garante 99,9% de uptime e uma migração sem parar de vender: trocamos o sistema antigo enquanto sua operação continua funcionando, com total segurança. E o grande diferencial competitivo: suporte presencial em Cuiabá. Se algo sair do trilho, um consultor nosso estará na sua loja em horas — não em semanas. Isso é fundamental para o varejo, onde cada minuto de PDV parado é prejuízo na certa.

    Perguntas Frequentes

    O saque PIX no PDV é legalizado no Brasil?

    Sim, a regulamentação do Banco Central permite que estabelecimentos comerciais atuem como pontos de saque do PIX, desde que sigam as regras da credenciadora e as normas de prevenção à lavagem de dinheiro. Não é necessário ser correspondente bancário formal, mas é imprescindível usar um ERP que segregue as transações e emita comprovantes adequados.

    Posso cobrar tarifa do cliente pelo saque?

    Sim, a maioria das adquirentes e subadquirentes permite a cobrança de uma taxa fixa por transação de saque PIX. Essa receita, contudo, deve ser registrada contabilmente como “receita de serviços” (não como venda de mercadoria), por isso o suporte de um ERP com parametrização fiscal local é crucial para não atrair problemas com a SEFAZ-MT.

    Como funciona a segurança no Max Manager para evitar fraudes?

    O Max Manager registra cada operação de saque PIX com identificação do operador, CPF do cliente (opcional), data/hora e valor. Todos os dados são cruzados com o extrato bancário eletrônico automaticamente. Qualquer divergência trava o fechamento do turno, obrigando a conferência imediata. Isso reduz em mais de 95% os erros de caixa [VERIFICAR: estimativa baseada em cases internos].

    O Max Manager atende supermercados em cidades menores, como Livramento ou Chapada?

    Sim. Atendemos todo o Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e região. Nosso suporte é presencial em Cuiabá, mas realizamos implementações remotas assistidas para municípios vizinhos. Além disso, a [MaxData](/) possui clientes ativos em Livramento, Cáceres e outras cidades polo, sempre com a mesma garantia de continuidade operacional.

    Conclusão

    O saque PIX no PDV não é mais uma promessa futurista — é uma realidade batendo à porta dos supermercados de Cuiabá, Várzea Grande e todo o interior de Mato Grosso. Quem enxergar essa funcionalidade apenas como “mais uma opção no caixa” perderá a chance de surfar uma das maiores ondas de receita acessória que o varejo brasileiro já viu. Mas, para colher os frutos, é preciso mais do que boa vontade: é preciso tecnologia de verdade, parametrização fiscal rigorosa e um parceiro que esteja ao lado do empresário quando o movimento aperta.

    Não arrisque a saúde financeira da sua empresa com remendos operacionais. Busque um ERP que trate o PIX como parte orgânica do PDV, e não como um “puxadinho”. O time da MaxData CBA está em Cuiabá, pronto para fazer um diagnóstico gratuito da sua operação e mostrar como o Max Manager pode transformar o seu caixa — e a sua receita — agora mesmo.

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