Estratégia de Frete e Last Mile para Atacados do Centro-Oeste: Reduza Custos com ERP, Gestão Tributária para Exportadores de MT e MS: Como Aproveitar REINTEGRA e Duty Drawback e Reduzir Perdas, ERP e Inteligência Artificial na Gestão de Estoque Mínimo: Cases Varejistas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul

Estratégia de Frete e Last Mile para Atacados do Centro-Oeste: Reduza Custos com ERP, Gestão Tributária para Exportadores de MT e MS e Inteligência Artificial na Gestão de Estoque Mínimo

O Centro-Oeste brasileiro se consolidou como um dos polos logísticos mais dinâmicos do país. Com o crescimento do agronegócio, da indústria alimentícia e do comércio varejista atacadista, empresas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul enfrentam desafios únicos: como entregar rápido, barato e com precisão, especialmente na chamada “última milha”? E, parallelamente, como aproveitar benefícios fiscais como o REINTEGRA e o Duty Drawback para exportar com mais competitividade? E ainda, como usar ERP e inteligência artificial para nunca mais perder vendas por falta de estoque ou ter dinheiro parado em prateleiras?

Se você é dono de atacado, supermercado atacadista, distribuidor ou varejista de grande porte nas capitais Cuiaba, Campo Grande ou nas cidades do interior desses estados, este artigo é para você. Vamos mergulhar em três estratégias que podem transformar sua operação: logística de entrega, gestão tributária inteligente e controle de estoque com IA. E tudo isso com cases reais de empresas que já estão colhendo resultados.

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Estratégia de Frete e Last Mile para Atacados do Centro-Oeste

A região Centro-Oeste apresenta peculiaridades que exigem planejamento logístico diferenciado. Com distâncias médias de 400 a 600 quilômetros entre polos consumidores e uma infraestrutura rodoviária que, embora em melhoria, ainda desafia operações logísticas, o custo defrete representa entre 8% e 15% do ticket médio de vendas em atacados da região. Para um distribuidor que fatura R$ 5 milhões mensais, isso pode significar R$ 400 mil a R$ 750 mil em custos logísticos. Reduzir esse percentual, mesmo que em 2 ou 3 pontos percentuais, representa economia de R$ 100 mil a R$ 150 mil por mês.

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Por que a última milha é o maior desafio dos atacados de MT e MS

A “última milha” ou last mile é o trecho final da entrega, desde o centro de distribuição até o ponto de venda ou cliente final. Nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, esse desafio é amplificado por diversos fatores: territórios extensos, clima subtropical com chuvas intensas entre outubro e março que dificultam estradas não pavimentadas, e uma concentração urbana em cidades como Cuiaba, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Campo Grande, Dourados e Três Lagoas que criam corredores de alta demanda, mas também zonas de baixa densidade onde a entrega precisa ser consolidada.

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Um supermercado atacadista de Rondonópolis, por exemplo, pode atender clientes em um raio de até 300 quilômetros, incluindo cidades como Tangará da Serra, Barra do Bugres e até municipalities mais distantes do estado vizinho de Pará. Fazer isso com frota própria significa investir em veículos, combustível, manutenção, equipe de motoristas e, principalmente, tempo. Com um ERP de gestão integrado, muitas empresas já conseguiram reduzir em até 30% o custo por entrega através de rotas otimizadas e consolidação inteligente de pedidos.

Como otimizar rotas de entrega no Centro-Oeste

A otimização de rotas não é apenas sobre usar um GPS moderno. Trata-se de algo muito mais estratégico: consolidar pedidos por região, agrupar entregas que passam por corredores logísticos similares, definir janelas de entrega que maximizem a capacidade dos veículos e usar dados históricos para evitar períodos de tráfego intenso ou condições climáticas adversas.

Uma estratégia que funciona bem para atacados de Mato Grosso do Sul é a criação de “roteiros fixos” para clientes recorrentes. Um atacadista de Dourados que atende supermercados menores em Naviraí, Mundo Novo e Japorã pode planejar entregas semanais fixas, reduzindo o custo por quilômetro rodado e garantindo previsibilidade para os clientes. Com um sistema de gestão que cruza dados de vendas, geolocalização e estoque, é possível identificar quais clientes estão mais distantes e compensam o esforço logístico com volume de compra.

Modelos de entrega que funcionam para atacados do Centro-Oeste

Existem diferentes modelos operacionais que podem ser adotados conforme o perfil do negócio:

1. Frota própria com roteiro otimizado: Indicado para atacados com volume diário acima de 50 entregas e capital disponível para investimento inicial em veículos. Permite maior controle sobre prazos e qualidade da entrega, mas exige gestão de manutenção, seguro,IPVA e folha de pagamento de motoristas.

2. Terceirização parcial ou total: Ideal para empresas que desejam escala sem imobilizar capital. Transportadoras como as que operam no corredor logístico Cuiaba-Brasília oferecem contratos flexíveis por entrega ou por quilômetro rodado. Nesse modelo, o controle de qualidade da entrega precisa ser monitorado de perto.

3. Modelos híbridos: Muitos atacados de médio porte combinam frota própria para entregas na região urbana e entorno imediato, com transportadoras parceiras para entregas de longo curso. Isso equilibra custo e controle.

Cases de sucesso na região mostram que empresas que implementaram sistemas de gestão com módulo de logística reduziram em média 18% seus custos defrete em 6 meses. Isso aconteceu porque o sistema permitiu identificar rotas duplicadas, agrupar pedidos de clientes próximos e até negociar melhores tarifas com transportadoras ao ter dados precisos de volume e frequência.

Exemplo prático: Atacado São José em Rondonópolis

O Atacado São José (nome fictício para ilustração) opera com 12 veículos próprios e atende 450 clientes entre supermercados, minimercados e bares na região sul de Mato Grosso. Antes de implementar um ERP com módulo de logística, a empresa estimava custos defrete através de planilhas e impressões de mapas impressos. As rotas eram definidas pelo “bom senso” do motorista, o que gerava inconsistências: alguns bairros eram atendidos duas vezes na semana, outros ficavam esquecidos por 10 dias.

Após adotar um sistema integrado com planejamento de rotas automatizado, a empresa conseguiu: reduzir a quilometragem mensal em 2.800 km (economia de R$ 8.400 em combustível), aumentar a quantidade de entregas por veículo de 12 para 18 por dia, e reduzir atrasos de 15% para 3% das entregas. O investimento no sistema foi amortizado em 4 meses apenas com a redução de custos logísticos.

Benefícios da gestão logística inteligente para atacados de MT e MS

  • Redução de custos defrete entre 15% e 25%: Com rotas otimizadas, consolidacao de pedidos e planejamento baseado em dados, é possível reduzir significativamente o custo por entrega.
  • Melhoria no nível de serviço ao cliente: Entregas pontuais aumentam a satisfação do cliente e reduzem devoluções e reclamações, fortalecendo o relacionamento comercial.
  • Otimização do uso da frota: Vehicles operando em capacidade máxima, sem viagens semientas ou rotas duplicadas, representam melhor uso do capital investido.
  • Previsibilidade financeira: Com custos logísticos estáveis e previsíveis, o atacadista pode precificar suas entregas com maior assertividade e até embutir o custo defrete de forma transparente no orçamento do cliente.
  • Escalabilidade da operação: Um sistema bem estruturado permite crescer em volume de entregas sem proporcional aumento de custos logísticos.

Como o Max Manager ERP resolve isso

O Max Manager ERP, desenvolvido pela MaxData CBA, oferece um módulo de gestão logística integrado que permite planejar rotas automaticamente com base nos pedidos do dia, otimizar a alocação de veículos conforme capacidade e localização dos clientes, e acompanhar em tempo real cada entrega através de integração com aplicativos de geolocalização. Para atacados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, isso significa eliminar o “achismo” da logística e tomar decisões baseadas em dados concretos. O sistema também permite consolidar pedidos de clientes na mesma região, reduzindo o número de viagens e maximizando a eficiência operacional. Muitos clientes da MaxData CBA na região já relataram reduções superiores a 20% nos custos defrete após a implementação do módulo logístico.

Gestão Tributária para Exportadores de MT e MS: Como Aproveitar REINTEGRA e Duty Drawback

Exportar produtos manufactured in Mato Grosso e Mato Grosso do Sul para mercados internacionais pode ser altamente vantajoso, mas a competitividade depende diretamente da capacidade de reduzir custos tributários. Dois mecanismos são particularmente importantes para empresas da região: o REINTEGRA (Regime Especial de Reintetegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras) e o Duty Drawback (regime aduaneiro especial que permite importação sem pagamento de impostos para insumos exportados).

O que é o REINTEGRA e como funciona para exporters de MT e MS

O REINTEGRA é um regime tributário creado pelo governo brasileiro para estimular a exportação ao permitir que empresas recuperem parte dos custos tributários embutidos na cadeia produtiva. O programa determina uma alíquota de reintegração sobre a receita de exportação, devolvendo ao exportador uma porcentagem do valor exportado.

Historicamente, a alíquota variou entre 0,1% e 3%, sendo definida por decreto presidencial. Para empresas do setor de alimentos, madeira, algodão e produtos agroindustriais — todos relevantes para MT e MS — o REINTEGRA representa um diferença competitiva significativa quando corretamente aplicado.

Um frigorífico de Dourados que exporta R$ 50 milhões em carne bovina/year, com alíquota de 3%, receberia R$ 1,5 milhão em créditos tributários. Esse valor pode ser utilizado para abater outros tributos federais, como PIS, COFINS e IRPJ, desde que observados os critérios de eligibility do programa.

Requisitos para acessar o REINTEGRA

Para ter direito ao REINTEGRA, a empresa precisa: estar regularmente constituída e em situação fiscal regular, ter produtos exportados classificados na lista do regime, realizar exportação efetiva (não apenas gerar documento fiscal), manter escrituração contábil e fiscal adequada, e apresentar o evento EFD-Contribuições com a informação específica sobre a exportação. A ausência de contabilidade estruturada ou erros na classificação dos produtos são as principais causas de glosa do beneficio.

Duty Drawback: Como funciona o Regime Aduaneiro Especial

O Duty Drawback é um mecanismo que permite à empresa importadora importar Insumos sem pagamento de impostos (II, IPI, ICMS, PIS e COFINS) quando esses insumos serão utilizados na produção de bens exportados. Em outras palavras, a empresa importa matéria-prima ou componentes, beneficamente deles no Brasil, exporta o produto final, e não paga os impostos de importação porque os insumos foram integralmente incorporados ao produto exportado.

Para empresas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul que processam commodities agrícolas, como soja, milho, algodão e carne, o Drawback é especialmente relevante. Uma empresa de beneficiamento de grãos em Sinop que importa máquinas e equipamentos para a linha de produção, ou mesmo insumos químicos para обработка, pode pleitear o regime para evitar a incidência de tributos sobre itens que não permanecerão no mercado interno.

O Drawback pode ser do tipo:
Suspensão: quando os insumos são importados e mantidos em estoque até a exportação, com tributação suspensa;
Estorno: quando a empresa já pagou os impostos na importação e pleiteia o estorno após comprovação da exportação;
Isenção: para casos específicos previstos em legislação.

Exemplo prático: Exportador de madeiras de Cáceres

Uma empresa de exportação de madeiras processadas em Cáceres, Mato Grosso, importa laminas de madeira de reflorestamento do Chile e Uruguai para complementar sua produção. Sem Drawback, a empresa paga aproximadamente 14% de imposto de importação, mais ICMS sobre o produto. Com o Drawback corretamente implementado, esses custos são suspensos porque os insumos serão incorporados ao produto exportado para países como Estados Unidos e China.

Em um volume mensal de importação de US$ 200 mil em laminas, a economia com Drawback pode chegar a US$ 30 mil a US$ 40 mil por mês, representando mais de US$ 360 mil por ano. Esse valor representa direta competitividade no preço final do produto exportado.

Como evitar perdas nos regimes tributários de exportação

Despite sua relevância, muitos exporters de MT e MS não aproveitam plenamente esses benefícios por desconocimento, falta de estrutura contábil ou erros na documentação. Principais causas de perda:

1. Classificação fiscal incorreta: produtos exportados mal classificados no Sistema Harmonizado (SH) podem não estar elegíveis ao REINTEGRA ou podem ter alíquotas diferentes. É fundamental ter специалисты em classificação fiscal ou usar sistemas que auxiliem na correta identificação.

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2. Falha na documentação de origem: o Drawback exige comprovação rigorosa de que os insumos importados foram efetivamente incorporados ao produto exportado. Notas fiscais, conhecimentos de embarque, certificados de origem e relatórios de produção precisam estar perfeitamente alinhados.

3. Inconsistência entre dados fiscais e contábeis: os regimes especials são fiscalizados pela Receita Federal através de cruzamento de dados entre SPED Contábil, EFD-Contribuições, NF-e e DHE (Declaração de Helpers Estatísticos). Inconsistências geram autuações e perda do benefício.

4. Prazo de solicitação: o Drawback tem prazos para solicitação que, se perdidos, impedem o gozo do beneficio. Muitos empresas perdem o direito por desconhecimento dos prazos processuais.

Um ERP robusto que centralize todas as informações fiscais, contábeis e operacionais pode eliminar boa parte dessas falhas. A integração entre módulo fiscal, contabilidade e gestão de estoque permite que os dados fluam de forma consistente, facilitando a comprovação perante os órganos fiscalizadores.

Benefícios da gestão tributária inteligente para exportadores de MT e MS

  • Recuperação de crédito tributário de 1% a 3% sobre receita de exportação: o REINTEGRA, se corretamente aplicado, representa dinheiro de volta nos cofres da empresa.
  • Redução de custo de insumos importados para produção exportadora: o Drawback pode eliminar milhares de reais em impostos sobre importação.
  • Melhoria na competitividade do preço de exportação: menos custos tributários significam preços mais competitivos no mercado internacional.
  • Conformidade fiscal e redução de riscos de autuação: processos bem estruturados e documentados minimizam exposição a fiscalizações.
  • Fluxo de caixa otimizado: créditos tributários corretamente apurados podem ser utilizados para abater outros tributos ou, em casos específicos, solicitados em rescisão.

Como o Max Manager ERP resolve isso

O Max Manager ERP da MaxData CBA possui módulo fiscal completo que controla automaticamente os regimes especiais de tributação, incluindo REINTEGRA e Drawback. O sistema gera os arquivos do SPED (Contábil e EFD-Contribuições) de forma automática, com validação de consistência entre os dados. Isso reduz significativamente o risco de erros que podem levar à glosa de beneficios fiscais. O módulo de gestão de importação e exportação permite rastrear cada operação, garantindo que os insumos importados estejam corretamente vinculados aos produtos exportados — requisito fundamental para o Drawback.

ERP e Inteligência Artificial na Gestão de Estoque Mínimo: Cases Varejistas de MT e MS

A gestão de estoque é um dos pilares mais críticos para varejistas e atacados. Estoque alto demais representa capital parado, risco de obsolescência e custo de armazenagem. Estoque baixo demais gera rupturas, vendas perdidas e insatisfação do cliente. Encontrar o ponto ideal — o chamado “estoque mínimo” — é uma equação que muitos empresarios ainda resolvem no “olhômetro” ou em planilhas que rapidamente se tornam defasadas.

Com a evolução dos sistemas de gestão e o avanço da inteligência artificial aplicada aos negócios, essa realidade está mudando. No Centro-Oeste, varejistas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estão mulai a adotar ferramentas que calculam, em tempo real, qual é a quantidade ideal de cada produto para manter nas prateleiras e depósitos, com base em variáveis como histórico de vendas, sazonalidade, tempo de reposição e previsão de demanda.

O que é gestão de estoque mínimo com inteligência artificial

A gestão de estoque mínimo baseada em IA vai além do cálculo tradicional de “ponto de pedido”. Enquanto o método convencional usa uma fórmula fixa baseada na média de vendas e no tempo de reposição, sistemas inteligentes consideram dezenas de variáveis simultâneas: sazonalidade, promoções planejadas, comportamento de compra dos clientes, tendências de mercado, condições climáticas (especialmente relevante para MT e MS, onde o clima afeta padrões de consumo), eventos locais como festas regionais e até dados macroeconômicos.

Um supermercado de Campo Grande, por exemplo, pode usar IA para identificar que a venda de cerveja aumenta 40% na semana do aniversário da cidade e no período que antecede jogos de futebol do Estadual. Com essa informação, o sistema ajusta automaticamente o estoque mínimo de cerveja para aquela semana, evitando tanto a falta quanto o excesso.

Como a inteligência artificial aprende com seus dados

Os sistemas de IA aplicados à gestão de estoque são treinados com os dados históricos da própria empresa. Quanto maior o volume de dados e quanto mais tempo o sistema opera, mais preciso ele se torna. Isso significa que um varejista que opera há 5 anos com um ERP robusto tem um “treinamento” muito mais rico do que uma empresa que acabou de abrir.

Para uma rede de supermercados de 15 unidades em Mato Grosso do Sul, a IA pode analisar dados de vendas de cada filial, identificar padrões específicos de cada bairro e até detectar pequenas mudanças de comportamento que escapam ao olhar humano. Um fornecedor que tradicionalmente entrega em 3 dias pode começar a entregar em 4 dias; a IA percebe esse delay e automaticamente ajusta os pontos de pedido para garantir que o estoque não sofra.

Cenarios de aplicação da IA na gestão de estoque

Cenário 1 — Varejo de gêneros alimentícios em Cuiaba: uma rede de minimercados com 8 lojas na capital mato-grossense enfrentava problemas constantes de rupturas em produtos de alta rotatividade, como arroz, feijão, óleo e açúcar. Ao implementar um sistema de gestão com módulo de inteligência artificial, a empresa descobriu que o problema não era falta de compra, mas sim má distribuição entre as lojas. O sistema identificou que a loja do bairro JardimEstados Unidos vendia o triplo de determinado produto em relação à loja do centro, mas ambas recebiam a mesma quantidade. Após o ajuste de distribuição baseado nos dados da IA, as rupturas caíram 65% em 3 meses.

Cenário 2 — Atacado de materiais de construção em Dourados: um atacadista de materiais de construção enfrentava problema oposto: excesso de estoque em alguns itens e falta em outros. Com o sistema de IA, foi possível identificar que produtos como cimento e areia tinham comportamento de venda altamente sazonal (pico em agosto-setembro após período de chuva), enquanto outros tinham padrão constante. O sistema ajustou automaticamente os pedidos, reduzindo o capital imobilizado em estoque em R$ 1,2 milhão, dinheiro que foi reinvestido em ampliação do sortimento e aumento do giro.

Cenário 3 — Rede de farmácias em Mato Grosso: uma rede com 22 lojas enfrentava problema de vencimento de produtos. Muitos medicamentos chegavam próximo da validade antes de serem vendidos, gerando perdas. Com a IA, o sistema passou a calcular a “velocidade de venda” de cada SKU por loja, ajustando o estoque de forma que produtos com menor giro fossem replenidos em menor quantidade e com maior frequência, evitando vencimento. A perda por vencimento caiu de 2,8% para 0,7% do faturamento.

Exemplo prático: Supermercado Econômico em Várzea Grande

O Supermercado Econômico (nome ilustrativo) opera com área de vendas de 800 metros quadrados e enfrentava um desafio típico: o gerente de perecíveis passava horas toda manhã decidindo quais frutas e hortaliças pedir ao fornecedor. As decisões eram baseadas no que “parecia” vender mais, o que gerava tanto desperdício quanto falta.

Após implementar um ERP com módulo de IA para gestão de estoque, o sistema passou a analisar: vendas por dia da semana nos últimos 3 meses, sazonalidade de cada produto (melancia vende mais no calor, laranja mais no inverno), eventos locais (feriados, inicio de mês quando beneficiários do Bolsa Família recebem), e até previsão do tempo para os próximos 5 dias.

Em 6 meses, os resultados foram: redução de 28% no desperdício de perecíveis, aumento de 8% nas vendas por evitar rupturas, e redução de 4 horas semanais no tempo do gerente dedicado a decisões de compra. O retorno sobre o investimento no sistema foi achieved em 5 meses.

Benefícios da gestão de estoque com IA para varejistas de MT e MS

  • Redução de rupturas de estoque entre 30% e 60%: nunca mais perder venda por falta de produto.
  • Redução de capital imobilizado em estoque entre 15% e 25%: menos dinheiro parado em prateleiras e depósitos.
  • Diminuição de perdas por vencimento e obsolescência: especialmente relevante para setores de alimentos, farmacêutico e bens perecíveis.
  • Melhoria no giro de mercadorias: produtos certos na quantidade certa no momento certo.
  • Otimização do trabalho da equipe: decisões baseadas em dados em vez de “achismo”, liberando tempo para atividades de maior valor agregado.

Como o Max Manager ERP resolve isso

O Max Manager ERP da MaxData CBA incorpora algoritmos de inteligência artificial que analisam o histórico de vendas de cada produto, identificam padrões sazonais, projetam demanda futura e sugerem automaticamente os melhores pontos de pedido. O sistema também integra dados de fornecedores, tempo de entrega e nível de serviço desejado para garantir que o estoque mínimo seja calculado de forma científica, não empírica. Para varejistas e atacados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, isso significa ter em mãos uma ferramenta que “aprender” com a operação e sugere decisões cada vez mais assertivas. A integração nativa com módulos fiscais, financeiros e logísticos garante que a informação flua sem redundâncias e erros manuais.

Perguntas Frequentes

Qual o custo médio de implementação de um ERP como o Max Manager ERP para um atacadista de médio porte em MT ou MS?

O custo varia conforme o porte da empresa, número de módulos contratados e número de pontos de acesso. Em geral, empresas de médio porte (faturamento de R$ 5 milhões a R$ 30 milhões) investem entre R$ 15 mil e R$ 50 mil em implementação inicial, com mensalidades que podem variar de R$ 2.500 a R$ 8.000, dependendo do tamanho e das funcionalidades escolhidas. O retorno sobre o investimento costuma ser achieved entre 6 e 12 meses, através da redução de custos com gestão manual, melhoria na gestão de estoque e redução de erros fiscais.

Em quanto tempo uma empresa do Centro-Oeste pode ver resultados concretos na gestão de estoque com IA?

Os primeiros resultados são visíveis já nos primeiros 30 a 60 dias após a implementação, especialmente em relação à redução de rupturas e melhoria no ponto de pedido. Resultados mais robustos, como redução de capital imobilizado e melhoria no giro, são percebidos entre o terceiro e sexto mês. Em 12 meses, a IA já possui dados suficientes para oferecer previsões bastante precisas.

Empresas menores (micro e pequenas) também podem se beneficiar do REINTEGRA e Drawback?

Sim, desde que se enquadrem nos requisitos legais. O REINTEGRA é aplicável a qualquer empresa exportadora que tenha produtos classificados na lista do regime, independentemente do porte. O Drawback também não tem restrição de porte, mas exige estrutura contábil e documental mais robusta para comprovação. Micro e pequenas empresas podem acessar esses beneficios com apoio de consultores especializados ou através de sistemas ERP que automatizam a gestão documental.

Como a MaxData CBA atende empresas do interior de MT e MS que não possuem equipe técnica local?

A MaxData CBA oferece suporte remoto através de equipe técnica especializada, com atendimento em horário comercial e também em regime de plantão para casos urgentes. Além disso, o sistema Max Manager ERP foi projetado para ser de fácil operação, com interfaces intuitivas que reduzem a necessidade de suporte constante. A empresa também oferece treinamento online para equipes e documentação em português clara e objetiva.

É possível integrar o Max Manager ERP com sistemas de delivery e marketplaces?

Sim. O Max Manager ERP possui APIs de integração com principais plataformas de e-commerce, marketplaces e sistemas de delivery. Isso permite que o varejista gerencie vendas online e físicas em um único sistema, com controle unificado de estoque, financeiro e fiscal.

Conclusão

O mercado de atacados e varejos em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul evolui rapidamente, impulsionado pelo crescimento econômico da região, pela expansão do agronegócio e pela chegada de novos players que exigem níveis de eficiência cada vez maiores. Empresários que não investem em gestão inteligente, desde logística de última milha até benefícios fiscais como REINTEGRA e Drawback, passando pelo controle preciso de estoque com inteligência artificial, correm o risco de perder competitividade.

A boa notícia é que a tecnologia está acessível e os resultados são mensuráveis. Redução de custos defrete, recuperação de créditos tributários e eliminação de desperdícios podem representar, juntos, ganhos de 5% a 10% sobre o faturamento mensal — um diferencial competitivo que faz diferença no resultado final.

Para empresas que buscam uma solução completa e customizada para a realidade do Centro-Oeste, o Max Manager ERP da MaxData CBA oferece uma plataforma integrada que atende desde a gestão fiscal e contábil até logística, estoque e inteligência artificial, tudo em um único sistema. Fale com um consultor e descubra como sua empresa pode se beneficiar.

Dica MaxData CBA: Antes de implementar qualquer projeto de gestão, mapeie os três pontos que mais drenam recursos na sua operação: logística, tributação e estoque. Na maioria dos casos, são nesses três pontos que estão as maiores oportunidades de ganho. Comece por um deles, colha resultados rápidos e depois expanda para os demais. A transformação digital não precisa ser um big bang — pode ser uma jornada estratégica de melhoria contínua.

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